Publicada em 17/06/2026, 16:39:06
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17/06/2026, 16:39:06
Semarh reforça monitoramento climático para auxiliar ações de saúde contra os efeitos do calor extremo no Piauí
A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semarh) deu mais um passo no fortalecimento das ações de enfrentamento aos impactos das mudanças climáticas sobre a população. A pasta participou, nesta quarta-feira (17) de uma reunião promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) para colaborar * fornecendo indicadores meteorológicos produzidos pela Sala de Monitoramento e Previsão de Eventos Climáticos Extremos, que poderão* subsidiar a elaboração de alertas e medidas preventivas voltadas à saúde pública diante dos efeitos do Super El Niño.

O encontro reuniu ainda representantes da Defesa Civil, pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e técnicos da Fiocruz. A principal pauta foi a construção de uma estratégia integrada para minimizar os problemas de saúde provocados pelas altas temperaturas e pela baixa umidade do ar previstas para os próximos meses.
Durante a reunião, a equipe da Semarh mostrou a capacidade técnica da Sala de Situação Climática, responsável pelo acompanhamento das condições meteorológicas no estado, e colocou a estrutura da secretaria à disposição da Saúde para a emissão de alertas e orientações à população.
De acordo com o climatologista da Semarh, Pedro Aderaldo, a aproximação entre os órgãos permitirá transformar os dados climáticos em ações práticas de prevenção. “A Semarh possui uma estrutura de monitoramento capaz de fornecer informações importantes para que a Saúde possa agir de forma antecipada. A proposta é integrar os dados meteorológicos aos alertas voltados à população, orientando sobre os cuidados necessários durante os períodos de calor extremo e baixa umidade”, explicou.
A partir do encontro, deverá ser iniciada uma articulação mais próxima entre a Sesapi e a Sala de Situação Climática da Semarh, responsável pela produção dos indicadores que servirão de base para os alertas nos próximos meses.
Para a diretora de Recursos Hídricos da Semarh, Joquebede Benvindo, a atuação integrada é fundamental para aumentar a capacidade de resposta do Estado diante dos eventos climáticos extremos. “As mudanças climáticas exigem ações cada vez mais coordenadas. A Semarh tem um papel estratégico nesse processo, fornecendo informações que ajudam os demais órgãos a se prepararem e a protegerem a população dos impactos do calor extremo”, destacou.
Com o avanço das discussões, a expectativa é que os dados gerados pela Semarh sejam incorporados às estratégias da Saúde para a emissão de alertas preventivos, fortalecendo a capacidade do Estado de responder aos efeitos do Super El Niño e reduzindo os riscos à população piauiense.
Durante a reunião, a equipe da Semarh mostrou a capacidade técnica da Sala de Situação Climática, responsável pelo acompanhamento das condições meteorológicas no estado, e colocou a estrutura da secretaria à disposição da Saúde para a emissão de alertas e orientações à população.
De acordo com o climatologista da Semarh, Pedro Aderaldo, a aproximação entre os órgãos permitirá transformar os dados climáticos em ações práticas de prevenção. “A Semarh possui uma estrutura de monitoramento capaz de fornecer informações importantes para que a Saúde possa agir de forma antecipada. A proposta é integrar os dados meteorológicos aos alertas voltados à população, orientando sobre os cuidados necessários durante os períodos de calor extremo e baixa umidade”, explicou.
A partir do encontro, deverá ser iniciada uma articulação mais próxima entre a Sesapi e a Sala de Situação Climática da Semarh, responsável pela produção dos indicadores que servirão de base para os alertas nos próximos meses.
Para a diretora de Recursos Hídricos da Semarh, Joquebede Benvindo, a atuação integrada é fundamental para aumentar a capacidade de resposta do Estado diante dos eventos climáticos extremos. “As mudanças climáticas exigem ações cada vez mais coordenadas. A Semarh tem um papel estratégico nesse processo, fornecendo informações que ajudam os demais órgãos a se prepararem e a protegerem a população dos impactos do calor extremo”, destacou.
Com o avanço das discussões, a expectativa é que os dados gerados pela Semarh sejam incorporados às estratégias da Saúde para a emissão de alertas preventivos, fortalecendo a capacidade do Estado de responder aos efeitos do Super El Niño e reduzindo os riscos à população piauiense.