Publicada em 26/10/2026, 12:24:34
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26/10/2026, 12:24:34
Seca grave quadruplica no Piauí e atinge 25% do território em setembro
A seca continua atingindo 100% do território piauiense. Dados do Monitor de Secas de setembro de 2026 apontam agravamento do fenômeno, principalmente nas regiões sudoeste e sudeste, onde as áreas classificadas com seca grave passaram de 6% para aproximadamente 25% em apenas um mês.

O levantamento é elaborado mensalmente pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), por meio da Sala de Monitoramento e Previsão de Eventos Climáticos Extremos (SAMPECE), em parceria com a Funceme e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
Segundo a meteorologista da Semarh, Sônia Feitosa, o monitoramento é fundamental para acompanhar a evolução da seca e antecipar possíveis impactos.
“A persistência da seca exige atenção, especialmente nas regiões mais afetadas. A redução da umidade do solo e da disponibilidade de água pode comprometer as atividades agropecuárias e pressionar os recursos hídricos. Por isso, o acompanhamento contínuo é essencial para orientar medidas preventivas”, destaca.
A área afetada pela seca cresceu progressivamente ao longo de 2026: passou de aproximadamente 85% do território em junho para 88% em julho, chegando a 100% em agosto e permanecendo nesse patamar em setembro.
Apesar do agravamento recente, o cenário é menos severo que em setembro de 2025, quando cerca de 44% do território estadual enfrentava seca extrema (S3), categoria mais intensa que a seca grave (S2).
A Semarh, por meio da SAMPECE, continuará participando da análise e validação mensal dos dados, que subsidiam o planejamento hídrico e as ações preventivas diante dos impactos da estiagem no Piauí.
Segundo a meteorologista da Semarh, Sônia Feitosa, o monitoramento é fundamental para acompanhar a evolução da seca e antecipar possíveis impactos.
“A persistência da seca exige atenção, especialmente nas regiões mais afetadas. A redução da umidade do solo e da disponibilidade de água pode comprometer as atividades agropecuárias e pressionar os recursos hídricos. Por isso, o acompanhamento contínuo é essencial para orientar medidas preventivas”, destaca.
A área afetada pela seca cresceu progressivamente ao longo de 2026: passou de aproximadamente 85% do território em junho para 88% em julho, chegando a 100% em agosto e permanecendo nesse patamar em setembro.
Apesar do agravamento recente, o cenário é menos severo que em setembro de 2025, quando cerca de 44% do território estadual enfrentava seca extrema (S3), categoria mais intensa que a seca grave (S2).
A Semarh, por meio da SAMPECE, continuará participando da análise e validação mensal dos dados, que subsidiam o planejamento hídrico e as ações preventivas diante dos impactos da estiagem no Piauí.